Nile: sem estrelismo, com um grande show

Posted: 23 de Dezembro de 2013 in Reviews

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Nile – 12/2013, um álbum no Flickr.

NILE

Opinião, Porto Alegre/RS (22/12/2013)

Apesar da proximidade com o Natal, estava prestes a ter início uma noite bem diferente do clima hohoho ditado pela época do ano, como já denunciavam as camisetas pretas espalhadas nas redondezas do Opinião. Em um domingo escaldante na capital dos gaúchos sobrou tempo para que o pessoal espantasse o calor bebendo pelos bares espalhados ao redor da casa noturna antes dos shows, já que as portas foram abertas com cerca de uma hora de atraso.

Os primeiros metaleiros que entraram ainda puderam acompanhar, dentro do espaço, o final da passagem de som da Bloody Violence, banda de abertura, que voltou ao palco repentinamente pouco depois das 21h para o início da apresentação de 30 minutos que promovia o EP “Obliterate” e, de fato, o próprio grupo, muito novo na cena local, fundado ainda em 2013, mas que tocou com extremo profissionalismo, mostrando uma excelente execução do seu Technical Death Metal, muito bem recebido pelo público.  Uma pena que na abertura sempre há menos pessoas na casa, mas com certeza a banda arrecadou muitos fãs entre os presentes.

Já com mais gente na casa, vinte minutos após a saída do peso da Bloody Violence sobe ao palco a Exterminate, trazendo seu Brutal Death Metal e um novo baterista bastante brutal (o instrumento saiu do lugar no meio do show e precisou ser firmado no lugar) que teve uma bela recepção!  O grupo, aliás, trouxe os presentes para perto do palco e terminou seus 30 minutos de apresentação com um excelente cover de “Arise”, do Sepultura, deixando para trás um público entusiasmado.

Sem muita demora segue a noite com a Frost Despair, que, apesar de ser a banda mais fora do padrão da noite, apresentando um Black Metal Sinfônico, foi bastante aplaudida. Ponto pro pessoal do grupo do vocalista Odommok, que apresentou músicas do “The God Delusion” e do “Surreal” (respectivamente 2011 e 2013) e provou que pra segurar o público é preciso tocar bem, não necessariamente seguir o padrão da banda principal do show.

A grande atração da noite, Nile, banda norte americana de Technical Death Metal formada em 1993 por Karl Sanders, não assume ares de grande estrela -embora seja considerado um grande nome do cenário metal mundial- quando sobe ao palco para montar o próprio equipamento. É a deixa para o público chegar o mais próximo possível, guardando lugar para o show e aproveitando o momento para ver os ídolos mais de perto.

A espera é maior do que o previsto por causa de um problema com os retornos, mas um pouco antes das onze e meia a introdução de “Dusk Falls Upon the Temple of the Serpent on the Mount of Sunrise” sinaliza o tão esperado momento: enfim, o prato principal – e o Nile volta ao palco para dar início ao show porto alegrense da “At the Gate of Sethu 2013 Brazilian Tour”. O público, nem grande nem pequeno, casa cheia, mas com espaço suficiente para se ficar confortável em um Opinião só com andar inferior aberto, proporciona um show à parte – ou seria um show conjunto? – com o início dos acordes da primeira música do setlist e a entrada da banda no palco, pois nesse momento a casa parece estar completamente lotada.

A banda toca com técnica perfeita para um público completamente entusiasmado. A qualidade do som permite que o peso de todos os instrumentos e os guturais de Karl sejam ouvidos com entrosamento e impacto. O anúncio da execução da música “Kafir!” é recebido com um gigantesco coro de aprovação pelo público, que berra sem parar o nome da banda. Tudo veio abaixo – menos os braços do presentes, erguidos pro alto – no encerramento com  “Black Seeds of Vengeance”, após 1h40min de show,  garantindo que ninguém voltasse pra casa sem se sentir fortemente dolorido, querendo bem mais tempo de show mas altamente recompensado. É, no final da noite pode-se dizer que o clima natalino apareceu. Foi um belo presente de final de ano pra todos que compareceram ao show. Hohoho, feliz Natal, metaleiros.

Setlist:

1. Dusk Falls Upon the Temple of the Serpent on the Mount of Sunrise
2. Sacrifice Unto Sebek
3. Defiling the Gates of Ishtar
4. Kafir!
5. Hittite Dung Incantation
6. The Inevitable Degradation of Flesh
7. Enduring the Eternal Molestation of Flame
8. Supreme Humanism of Megalomania
9. The Blessed Dead
10. The Howling of the Jinn
11. Ithyphallic
12. Sarcophagus
13. Lashed to the Slave Stick
14. Unas Slayer of the Gods
15. Black Seeds of Vengeance

por Caesar Cezar de Cesar

Assessoria e revisão por Muriel Scliar

Lulu Santos: retorna a capital dos gaúchos

Posted: 1 de Dezembro de 2013 in Reviews

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Lulu Santos – 11/2013, um álbum no Flickr.

LULU SANTOS

Oi apresenta Araújo Vianna, Porto Alegre/RS (30/11/2013)

Lulu Santos esteve de volta a Porto Alegre, em 30 de novembro,  para mais uma apresentação de TOCA LULU. O show que teve sua primeira apresentação, na capital gaúcha, em junho deste ano, nos proporcionou duas noites de casa cheia e público emocionado no Oi apresenta Araújo Vianna.

Desta vez houve mais destaque às músicas autorais, ainda assim Lulu brindou os fãs gaúchos com seu projeto “LULU CANTA & TOCA ROBERTO E ERASMO”, com sucessos do rock’n roll da Jovem Guarda.

Músicas mixadas e um medley de tirar o fôlego animaram o Teatro, que teve um público participativo, de diversas faixas etárias, cantando e dançando. Crianças que acompanharam seus pais ocuparam os corredores e fizeram coreografias com as mãos, às ordem do anfitrião.

Lulu Santos faz questão de agradecer a receptividade do povo gaúcho e comentar sobre a “grande festa que é trabalhar aqui”!

Na mesma vibe da apresentação anterior, o cantor se despediu com o público de pé, mas, desta vez, sem o bis. Segundo o próprio: “cada platéia tem o show que merece, e vocês tiveram um ótimo espetáculo”!

por Charise Emerim Arar

Banda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie Malmsteen
Banda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie Malmsteen
Banda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie Malmsteen
Banda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie MalmsteenBanda Yngwie Malmsteen

Yngwie Malmsteen – 11/2013, um álbum no Flickr.

YNGWIE MALMSTEEN

Opinião, Porto Alegre/RS (09/11/2013)

Sinceramente, pensava que isto nunca mais aconteceria devido aos fatos ocorridos na sua primeira passagem pela capital gaúcha há pouco mais de 12 anos, mais precisamente em Outubro de 2001. Para quem não lembra, ou desconhece os fatos, naquela ocasião houve um “desentendimento” entre o egocêntrico sueco e uma parte (bem pequena, é verdade) da plateia, pois após executar “Star-Splanged Banner”, o conhecido hino americano, coisa que ele fazia e faz desde o inicio da sua carreira, foi vaiado e, em seguida, se ouviram gritos de “Bin Laden!Bin Laden!”, sendo que não fazia um mês dos atentados de 11 de setembro. Uma imbecilidade na realidade, mas o temperamental sueco não aceitou a provocação e a partir de então começou a repetir frases do hino em todo solo que executava, gerando irritação na plateia. Ao final, Malmsteen proferiu uma série de palavrões e deixou o palco.

Mas, passado mais de uma década, o sueco, em recente entrevista antes da tour brasileira, havia declarado que já havia esquecido o episódio e esperava que os fãs de Porto Alegre também já tivessem o feito, o que dava uma noção de que , dessa vez, tudo sairia bem. E foi o que ocorreu. Ao chegar ao Bar Opinião se via uma fila para a entrada que ocupava metade do quarteirão formada por fãs ansiosos em rever o guitarrista, ou para ver pela primeira vez, no caso de muitos.

Houve atraso por causa da passagem de som, desta forma, após mais de uma hora de espera, por volta das 20h, sobe ao palco a banda de abertura Venus Attack, formada por Michael Polchowicz (vocal), André Carvalho (guitarras), Daniel Mueller (Baixo) e Renato Larsen (bateria). Com um Heavy Metal muito trabalhado e interessantíssimo a banda apresentou músicas do seu primeiro registro. Excelentes músicos, com destaque para o vocalista Michael, a banda agradou e muito o já ótimo público que ocupava as dependências da casa. Foi um set de quarenta minutos, com destaque para as músicas “Looking for the Meaning”,”Eternal Hate”,”Secret Place” e finalizado com um ótimo e inusitado cover do Depeche Mode, “Enjoy the Silence”.Um detalhe que não passava desapercebido para quem estava na frente do palco é que enquanto a Venus Attack executava seu ótimo set, um estressado roadie do Malmsteen já fazia ajustes nas Fenders do sueco, ao fundo do palco.

Em torno das 21h chega o momento mais aguardado. Luzes apagam-se, ouve-se um altíssimo volume… era o guitarrista se “exercitando” enquanto o restante da banda, formada por Bjorn Englen (baixo), Patrik Johansson (bateria), Nick Marinovich (teclados) ocupa o palco. Com o inicio de Rising Force, do Album “Odissey”de 1988, gravado com Joe Lynn Turner, Malmsteen surge e incendeia a plateia. Já de inicio interagindo muito com os fãs das primeiras filas. Era possível sentir que a “má impressão” de 2001 já havia se desfeito. Entre caras e bocas, poses e malabarismos com a guitarra logo nos primeiros instantes. E como já era de se esperar, o palco é praticamente todo do guitarrista.
Com a ausência de um vocalista na banda, os vocais são divididos entre Bjorn e Nick. Difícil missão dada aos dois, pois interpretar canções que, em outros tempos, foram cantadas por nomes como Jeff Scott Soto, Joe Lyn Turner, Mats Levén, Mark Boals, Mike Vescera, não se torna tarefa das mais fáceis. De qualquer forma, ambos não comprometeram a apresentação.

Ao final de “Trilogy Opus Suite”, vem o solo de guitarra tradicional, onde Malmsteen abusa do volume e da técnica e, ao fim deste, arranca as cordas da clássica Fender. Segue um solo de bateria de Patrick Johanson, que serviu apenas para a troca de cordas ou de Fender e, em seguida, Malmsteen volta ao palco e executa “Heaven Tonight”, outra clássica do disco “Odissey”. O Sueco se despede e retira-se do palco, mas retorna sob os gritos do seu nome. Creio que pelo atraso no horário, a “encore” foi reduzida para apenas uma música e o set finalizou com “Ill SEe the light tonight”, uma das músicas preferidas e mais conhecidas da carreira do guitarrista.

O Show foi perfeito para os fãs de Malmsteen. Tudo que se espera dele estava lá. As clássicas poses, a velocidade, os arpeggios, palhetas jogadas aos montes, as passagens clássicas e, por que não, o feeling do cara.

Fim de um excelente show, e desta vez, o guitarrista sai ovacionado do Opinião. Yngwie e Porto Alegre fizeram as pazes e que não demore mais 12 anos para termos outro show do lendário sueco por aqui.

por José Henrique Godoy

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Banda TitãsBanda TitãsBanda TitãsBanda TitãsBanda TitãsBanda Titãs
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Titãs – 11/2013, um álbum no Flickr.

TITÃS

Oi apresenta Araújo Vianna, Porto Alegre/RS (01/11/2013)

Músicas inéditas são sempre bem vindas, mas o público nem sempre está preparado para isto, principalmente quando a banda resolve “testar” um álbum inteiro no inicio de seu set, sem intercalar pelo menos um hit entre 10 músicas ainda desconhecidas. Assim é a turnê intitulada “TITÃS Inédito”, que passou por Porto Alegre dia primeiro de novembro, no Araújo Viana. Esta formula não é novidade para os fãs mais próximos, mas admiro o trabalho e a coragem deste ato. Trata-se da retomada de uma prática do início da carreira que já foi realizada na turnê anterior, sob o título de “Futuras Instalações”, por sinal, acredito que o álbum terminou não saindo, quem sabe devido ao mesmo tipo de recepção que pude perceber neste show.

Antes de iniciar a primeira música, perfeitamente pontual como já é costume no Araújo Viana, o público parecia animado, algumas pessoas já aguardando pelo show em pé, não na frente do palco, pois todos normalmente permanecem em seus lugares marcados; no entanto, as músicas que abriram a noite: “Eu me sinto bem”, “Renata” e “Terra a Vista”, não parecem ter chamado a atenção do público como um todo. Muitas pessoas já voltaram aos seus acentos, ficando mais quietos ao término de cada canção. Notei que no decorrer das 10 músicas deste trabalho inédito o público foi bem apático, não tentava dançar, não sabia cantar, todos ali pareciam estar vendo um show de uma banda estranha.

Logo após a segunda música, Branco Mello avisou o que alguns deveriam saber e muitos outros não, que seriam tocadas 10 canções inéditas, que devem fazer parte de um próximo trabalho e logo após eles tocariam todas as canções favoritas de seus fãs. Por sinal, a voz que pareceu soar melhor nestas novas músicas foi mesmo a do Branco, que cantou “Terra a Vista. Outra curiosidade que me chamou atenção foi que as músicas ainda pareciam em fase de acabamento, ou faltando ensaios, as letras estavam sempre em frente aos cantores em palco, não que eu ache errado, mas para uma banda com tanto tempo de carreira, acredito que poderia ser entregue algo mais redondo para o público, mas enfim, não criticarei mais do que isto, pois a partir do momento que terminou estas inéditas, o show tomou outra dimensão.

Na primeira música após o set de inéditas o público pareceu acordar para o show, em “Lugar Nenhum”, já era possível ver a empolgação no rosto dos fãs, cantando junto, gritando, ovacionando e definitivamente expondo a emoção esperada para um show de uma banda tão consagrada no rock nacional. Outro fato interessante foi que neste momento a sonoridade em palco pareceu mudar, talvez tenha sido apenas uma impressão minha, mas notei que o som pareceu ficar mais “redondo”, as guitarras mais nítidas e as vozes compreensíveis, mesmo em meio a tantas pessoas cantando junto. Poucos minutos antes eu mal conseguia entender algumas palavras.

Quando Paulo Miklos anuncia a homenagem a Raul, “Aluga-se”, o público se empolga mais ainda, é sempre bom lembrar como as letras deste grande compositor eram praticamente atemporais. A partir deste momento o show foi repleto de hits, canção após canção o que mais se ouvia era os gritos emocionados dos fãs, dançando, cantando e curtindo muito. Parecia que nos haviam tele transportado para outro show, não mais aquele que iniciou a noite. Durante a execução de “Flores” o público acompanha com muitas palmas e canta estrofe por estrofe, por sinal, ouvi mais o público que a banda. O set foi composto por muitas obras primas, tais como “Sonífera Ilha”, “Marvin”, “Homem Primata”, “Bichos Escrotos” entre outras.

Foi muito oportuna à dedicatória de “Vossa Excelência”, acredito que um dos hits mais novos da banda, para os políticos de nosso país. Viam-se muitas mãos ao ar enquanto soava “Epitáfio”, uma canção linda e certamente favorita de muitas pessoas presentes no evento. Ainda em “Epitáfio”, Sergio pede palmas e o público responde fazendo um belo movimento em sintonia com o teclado. A música “A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana“ traz um contexto interessante para o show, faz lembrar quantas dezenas de bandas se encaixam nesta descrição, enquanto o Titãs esta ai há muitas décadas firme e forte.

Com o show se encaminhando para o seu final, o público já parecia até cansado de tanta animação, de tanto pular e cantar as canções, estava espetacular o clima dentro do Araújo Viana, parecia até que tinha enchido mais a casa do meio para o final do show. O bis foi muito bem escolhido, com bastante emoção em alguns agradecimentos para o público presente, ainda tocaram “Família“, “O Pulso“ e “É Preciso Saber Viver”. Esta última foi apoteótica, deixando todos os presentes extasiados e satisfeitos com o show. Não há o que contestar, mesmo com um início apático, que faz parte da ideia do show e talvez ajude a lançar um álbum com certo sucesso garantido, tudo correu muito bem e o público foi alvo de um grande evento, assim como todos outros que já tive a oportunidade de presenciar desta grande banda do rock nacional.

por Caesar Cezar de Cesar

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Banda Elvis Presley in ConcertBanda Elvis Presley in ConcertBanda Elvis Presley in ConcertBanda Elvis Presley in ConcertBanda Elvis Presley in ConcertBanda Elvis Presley in Concert
Banda Elvis Presley in Concert

Elvis Presley in Concert – 10/2013, um álbum no Flickr.

ELVIS IN CONCERT

Oi apresenta Araújo Vianna, Porto Alegre/RS (31/10/2013)

Show Elvis in Concert aconteceu no dia 31 de Outubro de 2013 com o Araújo Viana lotado apesar dos valores dos ingressos que variavam de R$200 a R$1200 não foi o que se esperava de um grande show de Elvis Presley, apesar de toda estrutura do Araújo Vianna, houve falha no telão que no início da terceira música se apagou levando em torno de 10 minutos para voltar ao normal.

Depois dos problemas resolvidos o show retornou com clássicos do Elvis que apesar de tudo levaram a plateia a loucura. Pessoas de todas as idades compareceram ao show, dançando, pulando e gritando com os clássicos tocados.

No telão aparecia Elvis cantando e dançando suas músicas como se estivesse ali, bem na frente da plateia que quase lotava o Auditório. Público que começou tímido nas primeiras músicas do show e que, aos pouco, foi se soltando e fazendo a festa vendo o rei do rock cantando com sua banda com alguns integrantes sendo da formação que o acompanhou durante sua carreira.

Os vídeos utilizados no show são extraídos principalmente do material filmado para o especial de TV conhecido como “Elvis 68 Comeback Special” (de 1968) e para os concertos “Elvis, That´s the Way It Is” (de 1970), “Elvis on Tour” (de 1972) e do histórico especial de televisão “Elvis: Aloha from Hawaií” (de 1973), além do especial de tv conhecido como “Elvis 68 Comeback Special” (de 1968).

por Rodrigo Teixeira

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Banda Oswaldo MontenegroBanda Oswaldo MontenegroBanda Oswaldo Montenegro

Oswaldo Montenegro – 10/2013, um álbum no Flickr.

OSWALDO MONTENEGRO

Teatro do Bourbon Country, Porto Alegre/RS (11/10/2013)

Mais uma vez o Teatro do Bourbon Country foi palco para um dos grandes ícones do MPB brasileiro, Oswaldo Montenegro. Sua carreira como cantor e compositor já chega a mais de quatro décadas e inclui também atividades como diretor de teatro e cinema, que já renderam algumas premiações. Retornando aos palcos com seu novo álbum “De Passagem”, lançado em 2011, esteve no Estado neste mês para uma série de apresentações.

Assim como em suas passagens anteriores por Porto Alegre, a casa estava cheia e bem animada para o que estava por vir e mesmo com o público sentado em suas poltronas, calmo e bem confortável, nunca deixavam de ovacionar a cada canção, sempre muito bem executada. Em muitos momentos que era impossível não cantar junto com o músico, tamanha a popularidade de suas composições, no entanto, as vozes eram baixas para não atrapalhar a bela sonoridade dos violões de 6 e 12 cordas em palco, assim como a voz suave do cantor.

Junto as músicas do novo álbum, Montenegro também executou canções que fazem parte da trilha sonora do longa metragem “Solidões”, que estreia nos cinemas em novembro. Além disso, ainda foi possível curtir muitos clássicos da carreira do artista, que fizeram o público delirar por muitos momentos durante o show, principalmente quando sua companheira de longa data, a flautista Madalena Salles, entra também em cena, emocionando a plateia com seu talento.

Oswaldo Montenegro contabiliza 42 CDs e 7 DVDs lançados, com dois discos de ouro e um de platina. Tem no currículo o longa-metragem Léo e Bia e 19 peças musicais montadas, sendo que algumas com números expressivos. Noturno esteve 19 anos em cartaz, A Dança dos Signos contabilizou mais de 1 milhão de espectadores nos 7 anos que esteve em cartaz, e Filhos do Brasil recebeu 5 prêmios no Festival do Teatro – RJ, incluindo melhor direção e trilha sonora (ambos de Montenegro).

por Caesar Cezar de Cesar

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Black Sabbath – 10/2013, um álbum no Flickr.

BLACK SABBATH

Estacionamento da FIERGS, Porto Alegre/RS (09/10/2013)

Não existem superlativos suficientes para explicar a aparição de duas das maiores lendas do rock pesado mundial no mesmo dia. Aconteceu em Porto Alegre na última quarta-feira, dia nove de outubro no Estacionamento da FIERGS. É isso aí. Ninguém menos que o BLACK SABBATH, a banda que reescreveu o destino do rock no final da década de 60, acompanhados pelo MEGADETH, uma das bandas que mais sacudiu a cabeça cabeluda da gurizada nas décadas de 80 e 90 vieram enlouquecer a capital dos gaúchos.

Com toda a certeza uma noite memorável. O parque armado para os espetáculos estava muito bem estruturado em todos os aspectos. Tanto banheiros químicos, como acesso a comida e bebida, espaço para cadeirantes e espaço para imprensa estavam impecáveis. Os shows seguiram rigorosamente o cronograma previsto e a qualidade do som estava irrepreensível. Única falha, diga-se de passagem, foi com relação a evacuação, mas nada que pudesse estragar o deslumbre dos mais de 30.000 gaúchos que estiveram lá para pirar na batata diante daquelas feras.

A noite abriu pontualmente às 19h30 com um show curto do pessoal do HIBRIA. Uma das maiores expressões do “relativamente” jovem metal gaúcho e brasileiro. Os guris mataram a pau, não se encolheram e apavoraram a multidão. Um abre-alas de muitíssimo respeito.

Seguindo essa pontualidade, às 20h30 brotou no palco Dave Mustaine (guitarra e vocal) e seu MEGADETH. Literalmente tirando todo mundo do chão com uma pancadaria clássica de levantar os mortos de suas tumbas. No set-list dos caras estavam meteoros do nível de “Hangar 18”, “Sweating Bullets”, “Tornado of Souls” e “Symphony of Destruction” (essa última só pra derrubar todos os butiás do bolso).

Os telões mesclando videoclipes clássicos com imagens captadas ao vivo deram uma vida extra à apresentação. Agregando valor à performance ao invés de apenas tirar os olhos do publico dos caras de carne e osso.

Embora os malucos tenham comparecido como banda de abertura, garanto que, se tivessem vindo apenas eles, boa parte do público já sairia daquela arena de alma lavada. Que baita sonzeira.

Já falei que tudo estava funcionando como um reloginho, né? Mentira. Quinze minutos antes do previsto, às 21h45, o BLACK SABBATH com Ozzy Osbourne – o príncipe das trevas -, Tony Iommi – guitarrista que reinventou o instrumento-, Geezer Butler – ninguém jamais tirou o mesmo som de um baixo – e Tommy Clufetos – baterista aclamado da carreira solo do Ozzy inteirando a vaga nos tambores – energizou-se no palco soltando “War Pigs” direto na cara de todos e levando uma pequena cidade de fãs à loucura.

A qualidade das timbreiras alcançadas por Iommi e Butler estavam devoradoras. Em cada riff, um mais clássico que o outro, ficava mais e mais evidente e supremacia sonora. Vide o desespero da galera em “Into the Void”, “Under the Sun” e “Black Sabbath” (um dos maiores clássicos e homônimo da banda).

Claro que musicas do álbum recém-lançado denominado “13” fizeram parte do repertório. Para espanto de quem vos fala explodiu os crânios da multidão quase tanto quanto os clássicos.

Pode-se apontar como pontos altos do show as composições inconfundíveis “N.I.B” – precedida de um solo de baixo primoroso – e “Iron Man”. Esta última introduzida por um dos solos de bateria mais fantásticos já executados na terra. Mas pra derrubar os mais fracos e levar à míngua os mais fortes, os caras tocaram nada mais nada menos que “Paranoid” na finaleira.

Não é preciso dizer que os caras estão velhos. Tony Iommi inclusive, se apresentou recém-recuperado de um tratamento pesadíssimo contra um câncer. A energia vinha de quem foi lá assisti-los. Os coroas mal se moviam do lugar e Ozzy, convenhamos, tomou tanta boleta na vida que só de acordar o cara já está chapado. A parte disso, que baita show, e bem-aventurados os que foram e puderam ver essas lendas “ainda” vivas tocando juntas.

Os olhos deste humilde repórter, confesso, marearam ao ver minha cidade lá em peso batendo cabeça em dia de jogo de futebol e sofrendo com um transito desgraçado. Long live rock n’ roll.

SET-LISTS:

MEGADETH

Hangar 18
Wake Up Dead
In My Darkest Hour
She-Wolf
Sweating Bullets
Kingmaker
Tornado of Souls
Symphony of Destruction
Peace Sells
Holy Wars… The Punishment Due

BLACK SABBATH

War Pigs
Into the Void
Under the Sun
Snowblind
Age of Reason
Black Sabbath
Behind the Wall of Sleep
N.I.B.
End of the Beginning
Fairies Wear Boots
Rat Salad
Iron Man
God Is Dead?
Dirty Women
Children of the Grave

Bis:

Paranoid

por Fernando Tedesco

Banda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda Megadeth
Banda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda Megadeth
Banda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda Megadeth
Banda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda MegadethBanda Megadeth

Megadeth – 10/2013, um álbum no Flickr.

MEGADETH

Estacionamento da FIERGS, Porto Alegre/RS (09/10/2013)

Não existem superlativos suficientes para explicar a aparição de duas das maiores lendas do rock pesado mundial no mesmo dia. Aconteceu em Porto Alegre na última quarta-feira, dia nove de outubro no Estacionamento da FIERGS. É isso aí. Ninguém menos que o BLACK SABBATH, a banda que reescreveu o destino do rock no final da década de 60, acompanhados pelo MEGADETH, uma das bandas que mais sacudiu a cabeça cabeluda da gurizada nas décadas de 80 e 90 vieram enlouquecer a capital dos gaúchos.

Com toda a certeza uma noite memorável. O parque armado para os espetáculos estava muito bem estruturado em todos os aspectos. Tanto banheiros químicos, como acesso a comida e bebida, espaço para cadeirantes e espaço para imprensa estavam impecáveis. Os shows seguiram rigorosamente o cronograma previsto e a qualidade do som estava irrepreensível. Única falha, diga-se de passagem, foi com relação a evacuação, mas nada que pudesse estragar o deslumbre dos mais de 30.000 gaúchos que estiveram lá para pirar na batata diante daquelas feras.

A noite abriu pontualmente às 19h30 com um show curto do pessoal do HIBRIA. Uma das maiores expressões do “relativamente” jovem metal gaúcho e brasileiro. Os guris mataram a pau, não se encolheram e apavoraram a multidão. Um abre-alas de muitíssimo respeito.

Seguindo essa pontualidade, às 20h30 brotou no palco Dave Mustaine (guitarra e vocal) e seu MEGADETH. Literalmente tirando todo mundo do chão com uma pancadaria clássica de levantar os mortos de suas tumbas. No set-list dos caras estavam meteoros do nível de “Hangar 18”, “Sweating Bullets”, “Tornado of Souls” e “Symphony of Destruction” (essa última só pra derrubar todos os butiás do bolso).

Os telões mesclando videoclipes clássicos com imagens captadas ao vivo deram uma vida extra à apresentação. Agregando valor à performance ao invés de apenas tirar os olhos do publico dos caras de carne e osso.

Embora os malucos tenham comparecido como banda de abertura, garanto que, se tivessem vindo apenas eles, boa parte do público já sairia daquela arena de alma lavada. Que baita sonzeira.

Já falei que tudo estava funcionando como um reloginho, né? Mentira. Quinze minutos antes do previsto, às 21h45, o BLACK SABBATH com Ozzy Osbourne – o príncipe das trevas -, Tony Iommi – guitarrista que reinventou o instrumento-, Geezer Butler – ninguém jamais tirou o mesmo som de um baixo – e Tommy Clufetos – baterista aclamado da carreira solo do Ozzy inteirando a vaga nos tambores – energizou-se no palco soltando “War Pigs” direto na cara de todos e levando uma pequena cidade de fãs à loucura.

A qualidade das timbreiras alcançadas por Iommi e Butler estavam devoradoras. Em cada riff, um mais clássico que o outro, ficava mais e mais evidente e supremacia sonora. Vide o desespero da galera em “Into the Void”, “Under the Sun” e “Black Sabbath” (um dos maiores clássicos e homônimo da banda).

Claro que musicas do álbum recém-lançado denominado “13” fizeram parte do repertório. Para espanto de quem vos fala explodiu os crânios da multidão quase tanto quanto os clássicos.

Pode-se apontar como pontos altos do show as composições inconfundíveis “N.I.B” – precedida de um solo de baixo primoroso – e “Iron Man”. Esta última introduzida por um dos solos de bateria mais fantásticos já executados na terra. Mas pra derrubar os mais fracos e levar à míngua os mais fortes, os caras tocaram nada mais nada menos que “Paranoid” na finaleira.

Não é preciso dizer que os caras estão velhos. Tony Iommi inclusive, se apresentou recém-recuperado de um tratamento pesadíssimo contra um câncer. A energia vinha de quem foi lá assisti-los. Os coroas mal se moviam do lugar e Ozzy, convenhamos, tomou tanta boleta na vida que só de acordar o cara já está chapado. A parte disso, que baita show, e bem-aventurados os que foram e puderam ver essas lendas “ainda” vivas tocando juntas.

Os olhos deste humilde repórter, confesso, marearam ao ver minha cidade lá em peso batendo cabeça em dia de jogo de futebol e sofrendo com um transito desgraçado. Long live rock n’ roll.

SET-LISTS:

MEGADETH

Hangar 18
Wake Up Dead
In My Darkest Hour
She-Wolf
Sweating Bullets
Kingmaker
Tornado of Souls
Symphony of Destruction
Peace Sells
Holy Wars… The Punishment Due

BLACK SABBATH

War Pigs
Into the Void
Under the Sun
Snowblind
Age of Reason
Black Sabbath
Behind the Wall of Sleep
N.I.B.
End of the Beginning
Fairies Wear Boots
Rat Salad
Iron Man
God Is Dead?
Dirty Women
Children of the Grave

Bis:

Paranoid

por Fernando Tedesco

Banda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple Minds
Banda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple Minds
Banda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple Minds
Banda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple MindsBanda Simple Minds

Simple Minds – 10/2013, um álbum no Flickr.

SIMPLE MINDS

Oi apresenta Araújo Vianna, Porto Alegre/RS (05/10/2013)

Aproveitando a fase atual do pop, uma suposta “reinvenção”, ou talvez mais do mesmo, os escoceses do SIMPLE MINDS retornaram a Porto Alegre depois de apenas três anos, que é bem pouco comparado aos 35 de carreira. O local escolhido desta vez foi o Auditório Araújo Vianna, com a capacidade maior que o anterior e, certamente, um ambiente mais descontraído para o público até mesmo dançar (o que desta vez, aconteceu).

Formada por Jim Kerr na voz, Charlie Burchill na guita, Ged Grimes no baixo, Mel Gaynor com as baquetas e Andy Gillespie no teclado, além é claro da bela voz de Sarah Brown, a banda se consagrou pela fidelidade ao seu estilo e nunca deixou de atingir aquele sucesso irrevogável pelo tempo. Talvez devido aos altos e baixos no seu processo criativo, ou quem sabe pela árdua tarefa de competir com os “pop-stars” de outrora, ou até mesmo em virtude do pop ser um estilo musical de tudo ou nada.

Pontualidade é indispensável em um auditório, então, exatamente no horário marcado as luzes se apagam e um clima com efeitos sombrios e uma sonoridade progressiva foram iniciados. O público se empolgou nos primeiros instantes, principalmente quando Jim Kerr entrou em palco chamando o público e cantando “Broken Glass Park“. De fato, foi pequeno o impacto nesta abertura e logo as pessoas, que recém haviam levantado, voltaram a se acomodar em suas cadeiras.

Ainda que perdendo o impacto do início do show, a banda conseguiu manter uma performance estável durante todo restante, animando principalmente os fãs mais eufóricos ao fundo do teatro, onde era visível que algumas pessoas dançaram e curtiram bastante, mesmo que distanes. Foi somente em “Once Upon a Time” que tivemos a primeira oportunidade de ouvir a voz de Sarah, tomando a frente da banda e produzindo um belo solo vocal que encantou a todos. Foi possível perceber a grande diferença de alcance das vozes, que talvez seja apenas o jeito de cantar, ou o timbre de voz, mas foi a emoção na voz de Sarah que tomou conta da plateia.

Algumas das músicas executadas durante a primeira parte do show eu não conhecia, infelizmente esta é uma banda que conheço apenas os hits. No entanto, era possível perceber na emoção dos fãs ao cantar junto quase que todas as canções executadas, enquanto eu sentia-me um pouco perdido ali. Os principais hits da banda parecem ter sido deixados mais para o final do set, a exemplo de “Don’t You (Forget About Me)”, tocada como penúltima música antes do bis. Kerr conseguiu melhorar um pouco o clima do show, entrosando-se mais com seus fãs e os fazendo cantar sob os pedidos dele.

Por sinal, a saideira para o bis pareceu ter ocorrido muito cedo, haviam tocado pouco mais de dez músicas, deixando de fora algumas bem conhecidas, como “Neon Lights” e “Alive and Kicking”. Sempre me refiro a esta parte como segundo ato do show, ou momento de despedida, no entanto, para o Simple Minds este foi o momento de executar mais cinco de seus maiores hits e deixar seus fãs satisfeitos com a despedida. Estranhei que uma banda conhecida por realizar shows empolgantes tenha feito uma apresentação não mais do que morna, contudo, devido a excelente qualidade das execuções fizeram todos aproveitar bem a noite, fosse cantando, dançando ou mesmo sentados ouvindo uma música agradável.

por Caesar Cezar de Cesar

Banda SkankBanda SkankBanda SkankBanda SkankBanda SkankBanda Skank
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Skank – 10/2013, um álbum no Flickr.

SKANK

Oi apresenta Araújo Vianna, Porto Alegre/RS (04/10/2013)

A banda mineira Skank retorna a Porto Alegre após alguns anos, cheios de energia e vontade de tocar para um teatro lotado! Os fãs aguardavam inquietos pelo inicio da apresentação, que atrasou pouco mais de 15 minutos, mas isso só servia para deixar o publico ainda mais curioso com o que viria a seguir.

O show faz parte da turnê Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão, que está rodando o Brasil. A apresentação começa com a ultima musica de trabalho da banda, deixando o publico empolgado, todos cantam juntos. Mil acasos e em seguida a famosa Partida de Futebol tira o publico das cadeiras, e o teatro todo começa a pular e cantar! Com certeza o show seria animado do inicio ao fim.

Proibido Fumar também está no set, e mesmo sendo das antigas a musica ainda consegue empolgar a galera. Samuel Rosa faz um solo de guitarra que agita os fãs, e aí vem a surpresa: a música volta a ser tocada, mas numa versão blues, com guitarra e bateria somente.

Samuel é extremamente simpático com o publico, sempre falando com todos, andando de um lado para o outro do palco. Comenta que está muito feliz em retornar à cidade dos gaúchos após tanto tempo, e que o teatro está em ótimas condições para receber shows. Saideira, um clássico da banda, tira todo mundo do chão e mostra toda a energia que esses mineiros trazem!

Ainda gosto dela, noites de um verão qualquer e a divertidíssima Jack Tequila não podiam faltar. Samuel desce do palco e vai pra galera, quase não se via o vocalista que ficou cercado pelos fãs!

A apresentação vai se encaminhando para o fim, embalada pela famosa Vou deixar, seguida de Garota Nacional. A noite foi mega animada, cheia de energia boa. É incrível ver que depois de anos na estrada o Skank continua com o mesmo brilho e que as suas musicas são inesquecíveis!

por Nayara Pantaleão Zanchetta