Symphony X: metal na veia em Porto Alegre

Posted: 8 de Junho de 2011 in Reviews
Banda Symphony XBanda Symphony XBanda Symphony XBanda Symphony XBanda Symphony XBanda Symphony X
Banda Symphony XBanda Symphony X

Symphony X – 06/2011, um álbum no Flickr.

SYMPHONY X

Opinião, Porto Alegre/RS (07/06/2011)

Na chuvosa noite de 07 de junho, Porto Alegre foi a anfitriã de duas das maiores expressões do prog metal internacional. Symphony X e Pain Of Salvation se apresentaram seqüencialmente no Bar Opinião em um show que durou quase quatro horas. Mesmo ocorrendo uma troca em cima da hora em relação à ordem de apresentação das bandas, o público, razoavelmente grande, teve seu momento de deleite junto aos artistas suecos e americanos.

Pontualmente às 21:00 o telão se abriu ao som Oculus Ex Inferni que introduz o álbum Paradise Lost do Symphony X. Em um show de 1h30, com um set mais focado no último álbum e sem grandes delongas, o espetáculo foi marcado por uma performance fria, em relação as duas primeiras visitas da banda à capital gaúcha, e execuções irrepreensíveis, o que já era esperado.

Apresentaram Of Sins And Shadows, Paradise Lost, Serpent’s Kiss, Dehumanized, com certeza o ponto alto do espetáculo, entre outros clássicos. Destaque para o vocalista Russel Allen que, mesmo diante de uma série de adversidades, cantou como nunca e conseguiu manter o ânimo dos presentes.

Mesmo com a ausência de sons como Sea Of Lies, Inferno e Evolution, além de problemas técnicos evidentes e uma clara falta de gás por parte do público, maioria composto por fãs da banda que se apresentaria na seqüência, foi uma apresentação de muito boa qualidade.

Falando em seqüência, com meia hora de atraso, os suecos do Pain Of Salvation entraram em cena levando ao delírio o público que os aguardava Abrindo o show a canção RemedyLane do álbum homônimo. O vocalista Daniel Gildenlöw ainda derrubou a todos com a saudação: “We are Pain Of Salvation from Brazil”.

A banda ainda tem em seu set clássicos como Handful Of Nothing, Of Dust, Black Hills e Her Voices, salientando a belíssima execução da balada Second Love e dando sinal positivo para Ashes, que foi um dos pontos altos da noite.

Evidência para o momento onde, encaminhando-se para o final do show, todos os músicos abandonaram Daniel Gildenlöw no palco para que ele mandasse ver sozinho a música Road Salt, faixa título do novo álbum. Em seguida, com toda banda no palco, finalizam com The Perfect Element, deixando o palco aclamados pela platéia.

A surpresa ficou por conta da jam session em de Living For The City (Stevie Wonder), Come Together (Beatles) e Don’t Talk To Strangers (Dio), em que os músicos trocaram de instrumentos e chutaram o balde.

Como bis ainda apresentaram Tell Me You Don’t Know, pirando a mulherada, e Nightmist, relembrando o primeiro álbum da banda, fechando um show de praticamente 2hs.

Triste a parte técnica do show de ambas as bandas. Iluminação precária, som embolado, problemas pontuais relacionados a retorno, saída e instrumentos diretamente. Ao menos tudo isso não foi suficiente para desanimar os fãs das duas bandas. Não sei a quem responsabilizar nem as causas, mas esperemos mais profissionalismo numa próxima visita destas grandes bandas.

Set list

Oculus Ex Inferni
Of Sins andShadows
Domination
Serpent’s Kiss
End of Innocence
Paradise Lost
Smoke and Mirrors
Eve ofSeduction
Dehumanized
Set the World On Fire (The Lie Of Lies)

The Odyssey

por Fernando Tedesco

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