The King Is Back: “Elvis Presley” se apresentou no Teatro Bourbon em Porto Alegre

Posted: 1 de Maio de 2013 in Reviews
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The King Is Back – 04/2013, um álbum no Flickr.

THE KING IS BACK

Teatro Bourbon Country, Porto Alegre/RS (30/04/2013)

Uma grande noite para os amantes do Rei do Rock, Elvis Presley, estava para acontecer no Teatro do Bourbon Country. O espetáculo “The King is Back”, interpretado por Ben Portsmouth (vencedor da 6ª.Edição do “Ultimate Elvis Tribute Artist Contest”, o maior concurso de “Elvis Covers” do mundo) e a banda “The Taking Care Elvis Band”.

É bastante fascinante quando se têm acesso somente às memórias de seu ídolo e um dia, “ele” materializa-se na sua frente, com uma perfeição em que não há como resistir, você entra no sonho, como se fosse real. Admiro artistas que fazem covers. Por sua devoção e principalmente, neste caso, pelo respeito à memória de um ídolo tão amado.

Falta um pouco mais de uma hora para o show começar, e encontro o Ben na praça de alimentação. Ele e seu fiel escudeiro/agente/apresentador, são extremamente simpáticos e atenciosos, então, aproveito meu momento tiete para tirar foto e falar sobre o show. Aguardando no hall, percebo a diversidade de gerações do público. Famílias inteiras, avós, pais e filhos vêm para conhecer e prestigiar.

O espetáculo inicia com uma série de sucessos de uma só vez, entre eles, “See See Ryder” e “My Baby Left Me”, sem tempo de respirar. Ben entra em palco trajando calça e jaqueta de couro. Ao final, brinca que está exausto, e encaixa nada menos que “Blue Suede Shoes”, para mostrar a que veio. Ele interage bastante com o público, agradecendo a oportunidade de retornar à Porto Alegre. Segue-se com uma das minhas queridinhas, “A Little Less Conversation” (canção remixada em 2001) onde o Ben faz todas as famosas “caras, bocas e dancinhas” do eterno Elvis. O público dos camarotes aproveita para balançar as cadeiras.

Ben puxa um banquinho e um violão, aproxima as cordas da banda, oferecendo um momento intimista e romântico, com “Love Me Tender”, onde nota-se o quão harmônica é a acústica do Teatro do Bourbon Country e quão perfeita é a interpretação de Ben.

Seguem-se outros clássicos ao longo do show, até um momento de grande furor. Ben fala sobre o quanto gosta de retornar ao Brasil, contando que acha as mulheres daqui muitos lindas e voluptuosas e que ele adora os quadris das brasileiras. Sendo assim, chama duas garotas sortudas ao palco, e lhes entrega maracas para tocarem junto à banda, depois, dança sensualmente com cada uma, para inveja das que estão sentadas. As senhorinhas à minha frente tiraram as palavras de minha boca, ao gritar para Ben que as escolhessem também. Ao final, as duas recebem lenços suados do rei, e muitos olhares de discórdia (risos).

Mais uma balada, e Nicole, uma de suas backing vocals, nos deleita com “Son of a Preacher Man” (Dusty Springfield), enquanto Ben troca de roupa. Nicole e “Coco” são um suporte perfeito para a banda, unem harmonia e potência de voz na medida exata.

A “The Taking Care Elvis Band” retira seus paletós, retornando ao palco com suas camisetas pretas bordadas com brilhos. Contudo, o maior brilho é sua qualidade sonora, que não falhou em momento algum, mostrando-se ótimos músicos. Mas, rei que se preze, necessita de um traje a altura. Inicia “Space Odyssey”, e Ben adentra o palco vestindo o clássico macacão branco com águias brilhantes em pedrarias, digno de majestade. Senti falta do terno brilhante, de início de carreira, pensei que ele também o utilizaria. Ben apresenta a banda.

Após mais algumas baladas e grandes sucessos como “All Shook Up”, “It’s Now or Never”, “Bridge Over Troubled Water”, “Can’t help falling in love” e “Surrender”, Ben começa a entregar lenços no qual seca seu suor, exatamente como Elvis fazia. Mulheres de todas as idades começam a se aglomerar frente ao palco, em busca de um lenço, um aperto de mão, um beijo no rosto, e até mesmo na boca, para as mais safadinhas. Estou tendo uma visão otimista, pois a verdade é que, as mulheres estavam enlouquecidas, se digladiavam como se fosse liquidação de sapatos! Pobres dos espectadores da primeira fila que receberam senhoritas as dúzias em seus colos, como eu ri.

Depois de toda esta comédia, inicia “Johnny B. Goode” e tudo fica em clima de harmonia, e as mulheres que permanecem ali, dançam animadamente. Até a brincadeira recomeçar, com Ben lançando ursos de pelúcia para a plateia, os quais também beija. Mais sucessos, como “Welcome To My World”, Ben interage a todo tempo com o público. Coloca sua capa majestosa e canta “Hallelujah”, momento muito emocionante, que leva alguns às lágrimas. Para animar depois desta, “Suspicious Minds” com muito rebolado. Ben senta ao piano e mais romance no ar com “Unchained Melody”. Só faltou “Are You Lonesome Tonight” para acabar com meus lencinhos. Para animar, “Kissy my Quick”, e eu que não sou boba, vou lá tentar dar um beijinho no Ben. Já estamos sentindo o ar de despedida, quando ele começa seus agradecimentos finais ao público maravilhoso daquela noite, seguido de “Can’t Help Falling In Love”.

Ben se retira extremamente ovacionado. Logo, retorna para o bis com mais duas canções para êxtase e satisfação absoluta do público. Finalizando, a banda completa, junto a Ben, vem receber os merecidos aplausos, segurando a bandeira do Brasil, uma linda imagem. Então o carismático apresentador do show esclarece que Ben se disponibilizará por alguns minutos no lado de fora para tirar fotos com os fãs. Parabéns a Ben Portsmouth, “The Taking Care Elvis Band” e sua equipe, Seven Entretenimento e Branco Produções. Um show sem atrasos, falhas e confortável aos espectadores. É incontrolável o chavão mas, realmente, Elvis não morreu, pois o Rock estará sempre entre nós, passando de geração em geração.

por Jocilene Nunes Farenzena

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